Colposcopia com biópsia: o que é, quando é indicada e como é feita

15/08/2025
dra flavia menezes colposcopio

Receber um pedido de colposcopia com biópsia pode gerar preocupação, principalmente quando a indicação surgiu após uma alteração no Papanicolau ou a detecção de HPV de alto risco.

Mas existe uma informação importante que muitas mulheres desconhecem: colposcopia e biópsia não são exatamente a mesma coisa — e nem toda colposcopia precisa de biópsia.

A colposcopia permite examinar detalhadamente o colo do útero por meio de aumento e iluminação adequados. Já a biópsia consiste na retirada de uma pequena amostra de tecido para análise no laboratório e é realizada quando existe indicação.

Por isso, em muitas situações, somente durante a colposcopia é possível determinar se uma biópsia será realmente necessária.

Ao longo da minha trajetória profissional, já realizei mais de 20 mil exames de colposcopia. Uma das dúvidas que mais escuto no consultório é:

“Doutora, se pediram uma colposcopia, necessariamente vou precisar fazer uma biópsia?”

A resposta é: não necessariamente.

Neste artigo, vou explicar o que é a colposcopia com biópsia, quando ela pode ser indicada, como o exame é realizado e o que os resultados podem significar.

O que é a colposcopia com biópsia?

A colposcopia é um exame ginecológico que permite observar detalhadamente o colo do útero com auxílio de um aparelho chamado colposcópio.

O colposcópio possui sistema de aumento e iluminação que permite identificar alterações que podem não ser percebidas em um exame ginecológico convencional.

Um detalhe importante: o aparelho não entra na vagina e não encosta no corpo da paciente. Ele permanece do lado de fora, posicionado em frente à região genital.

Durante o exame, são aplicadas soluções, principalmente o ácido acético e, quando indicado, a solução de Lugol. Essas substâncias produzem alterações temporárias de coloração que ajudam o colposcopista a identificar e caracterizar áreas que merecem maior atenção.

Quando uma determinada região precisa ser esclarecida pelo exame histopatológico, pode ser realizada uma biópsia dirigida.

Nesse caso, um pequeno fragmento é retirado exatamente da área selecionada durante a colposcopia e enviado ao laboratório de anatomia patológica para ser analisado ao microscópio.

Toda colposcopia precisa de biópsia?

Não.

Esse é um dos conceitos mais importantes sobre o exame.

A colposcopia pode ser realizada com ou sem biópsia.

A necessidade da coleta depende do motivo pelo qual o exame foi solicitado, dos resultados anteriores, do histórico da paciente, do nível de risco e, principalmente, dos achados observados durante a colposcopia.

Quando o exame não mostra nenhuma área que necessite de confirmação histológica, pode não haver indicação de biópsia.

Por outro lado, quando existem alterações que precisam ser esclarecidas, o médico pode retirar uma ou mais pequenas amostras de tecido.

Portanto: fazer uma colposcopia não significa obrigatoriamente fazer uma biópsia.

E existe outra diferença importante: o Papanicolau e o teste de HPV podem indicar que uma paciente precisa ser investigada; a colposcopia permite visualizar o colo do útero; e a biópsia, quando necessária, permite analisar o tecido ao microscópio.

São exames diferentes e complementares.

Para que serve a biópsia realizada durante a colposcopia?

A colposcopia permite avaliar como determinada região do colo do útero se apresenta visualmente.

A biópsia responde a outra pergunta: o que está acontecendo naquele tecido quando ele é analisado ao microscópio?

A análise histopatológica pode confirmar ou afastar diferentes alterações, como lesões de baixo grau, lesões de alto grau, alterações benignas ou inflamatórias e, muito menos frequentemente, câncer invasor.

Por isso, a biópsia não deve ser realizada simplesmente porque a paciente tem HPV ou porque foi encaminhada para uma colposcopia.

Ela deve ter uma indicação clínica e colposcópica.

Quando a colposcopia é indicada?

A indicação depende do contexto clínico e dos exames anteriores.

Entre as situações que podem levar ao encaminhamento para colposcopia estão alterações no Papanicolau, determinados resultados de testes para HPV de alto risco, persistência de infecção por HPV de alto risco dentro dos critérios estabelecidos pelos protocolos de acompanhamento, histórico de lesões cervicais e alterações suspeitas observadas diretamente no colo do útero durante o exame ginecológico.

As Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero, atualizadas em 2025, incorporaram o teste molecular para HPV como exame primário no modelo de rastreamento organizado.

Nesse protocolo, por exemplo, a detecção dos tipos HPV 16 ou HPV 18 é indicação de encaminhamento para colposcopia.

Quando são identificados outros tipos de HPV de alto risco, a conduta pode depender da citologia reflexa, dos exames anteriores e da persistência da infecção.

Isso significa que: nem todo resultado positivo para HPV leva imediatamente à mesma conduta.

A avaliação deve considerar o resultado completo e o histórico da paciente.

Também é importante distinguir rastreamento de investigação diagnóstica.

As diretrizes de rastreamento são destinadas à população assintomática e orientam programas de prevenção. Uma paciente que apresenta sintomas, uma lesão visível ou determinadas alterações clínicas pode necessitar de investigação independentemente do protocolo de rastreamento.

HPV de alto risco positivo significa que vou precisar fazer biópsia?

Não necessariamente.

O teste para HPV identifica a presença do vírus.

Ele não diagnostica sozinho uma lesão no colo do útero.

Dependendo do tipo de HPV detectado, da citologia, do histórico da paciente e de exames anteriores, pode existir indicação de colposcopia.

Mas mesmo quando a colposcopia é indicada, a necessidade de realizar uma biópsia dependerá do contexto clínico e dos achados do exame.

Podemos entender o processo desta forma: teste de HPV → avaliação do risco → colposcopia, quando indicada → biópsia, quando necessária.

E uma informação merece ser reforçada: ter HPV de alto risco não significa ter NIC 2, NIC 3 ou câncer.

A infecção pelo HPV é muito comum, e apenas uma parcela das infecções persistentes evolui para lesões de maior importância clínica.

Como é feita a colposcopia com biópsia?

Antes do exame, avalio o pedido médico e os resultados trazidos pela paciente.

Essa etapa é importante porque a colposcopia não deve ser interpretada de forma isolada: é preciso saber por que o exame foi solicitado e quais alterações estão sendo investigadas.

A paciente é posicionada na cadeira ginecológica de maneira semelhante à realização do Papanicolau.

Em seguida, um espéculo é introduzido delicadamente na vagina para permitir a visualização do colo do útero.

O colposcópio permanece do lado de fora do corpo. Com seu sistema de aumento e iluminação, examino detalhadamente o colo uterino.

No meu consultório utilizo vídeo-colposcopia digital, que também permite o registro de imagens do exame.

Depois, são aplicadas soluções como o ácido acético e, quando indicado, o Lugol. Elas ajudam a evidenciar características do epitélio que auxiliam na identificação das áreas que precisam ser avaliadas com maior atenção.

Durante o exame, observo aspectos como localização, extensão, limites, coloração, superfície e padrão vascular das alterações.

Se houver indicação de confirmação histológica, realizo uma biópsia dirigida, retirando uma pequena amostra da área selecionada.

Quando existem diferentes áreas alteradas, pode haver indicação de mais de uma biópsia.

O objetivo não é simplesmente retirar um fragmento.

O ponto fundamental é identificar e selecionar corretamente a região que deve ser biopsiada.

Por que a escolha do local da biópsia é importante?

A biópsia representa apenas uma pequena amostra do tecido.

Por isso, a escolha do local onde ela será realizada é uma etapa essencial da colposcopia.

O colposcopista precisa reconhecer os diferentes padrões encontrados no colo do útero e direcionar a coleta para a área que melhor representa a alteração que está sendo investigada.

Essa é uma das razões pelas quais experiência e treinamento específico são importantes na realização da colposcopia.

O exame envolve não apenas enxergar uma alteração, mas interpretar sua localização, extensão, superfície, padrão vascular, relação com a zona de transformação e demais características colposcópicas.

Qual profissional realiza a colposcopia?

A colposcopia é geralmente realizada por médico ginecologista com treinamento e experiência no procedimento.

No Brasil, a colposcopia não constitui uma especialidade médica independente.

Entretanto, existe formação específica na área de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia.

A Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia — ABPTGIC — possui processo de qualificação específico para médicos que atuam nessa área.

Tenho Qualificação em Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia pela ABPTGIC desde 2009 e, há mais de 15 anos, meu consultório é dedicado exclusivamente à realização de exames de colposcopia.

Colposcopia com biópsia dói?

A colposcopia costuma causar pouco desconforto. A introdução do espéculo pode gerar uma sensação de pressão semelhante à observada no Papanicolau, e algumas pacientes percebem discreta ardência durante a aplicação das soluções.

Quando uma pequena biópsia do colo é necessária, a sensação varia entre as mulheres. Algumas praticamente não percebem a coleta; outras descrevem uma pequena beliscada, pressão ou cólica rápida.

Dor intensa não é o esperado e deve ser comunicada ao médico caso ocorra.

Se essa é uma das suas maiores preocupações, tenho um artigo dedicado exclusivamente ao assunto: Colposcopia com biópsia dói? O que esperar do exame

Preciso fazer algum preparo antes da colposcopia?

O preparo pode variar principalmente quando, além da colposcopia, está prevista coleta de material para Papanicolau ou teste de HPV.

Algumas situações que podem interferir nessas coletas não necessariamente impedem a realização da colposcopia propriamente dita.

Sangramento vaginal leve, por exemplo, não significa automaticamente que o exame precise ser cancelado, embora um sangramento intenso possa prejudicar a visualização do colo.

Na pós-menopausa, a atrofia genital também pode dificultar a avaliação em algumas pacientes e, em situações selecionadas, pode ser indicado preparo prévio após avaliação médica.

Expliquei detalhadamente essas diferenças em um artigo específico: Qual o preparo para o exame de colposcopia com biópsia?

É necessário usar anestesia para a biópsia?

Para pequenas biópsias dirigidas do colo do útero, frequentemente não é necessária anestesia.

A sensibilidade, entretanto, varia entre as pacientes, e a necessidade de medidas adicionais para controle do desconforto deve ser avaliada individualmente.

Isso é diferente de procedimentos excisionais, como a conização por CAF, nos quais a abordagem é outra.

O que acontece depois da biópsia?

Após uma pequena biópsia cervical, pode ocorrer discreto sangramento, secreção amarronzada ou cólica leve.

No meu consultório, as biópsias cervicais são realizadas com uma pinça específica, conhecida como pinça sacabocado, que retira pequenos fragmentos medidos em milímetros.

Nessas situações, em geral não há necessidade de repouso. Costumo orientar evitar relações sexuais com penetração por aproximadamente 3 a 5 dias ou enquanto houver sangramento.

As recomendações podem variar conforme a técnica utilizada, a quantidade de amostras e as características de cada procedimento.

Sangramento intenso, dor importante ou progressiva, febre ou secreção com odor desagradável não devem ser considerados reações habituais e precisam ser avaliados.

Quanto tempo demora o resultado da biópsia?

O laudo da colposcopia pode ser elaborado logo após o exame.

Quando é realizada uma biópsia, entretanto, o material precisa ser encaminhado ao laboratório de anatomia patológica para análise.

O prazo de liberação varia de acordo com o laboratório e também pode ser maior quando são necessários estudos complementares.

Por isso, a conclusão da investigação pode depender do resultado histopatológico.

O que pode aparecer no resultado da biópsia?

O laudo pode mostrar diferentes alterações. Entre os diagnósticos que mais geram dúvidas estão NIC 1, NIC 2 e NIC 3.

NIC 1 / LSIL

A NIC 1 corresponde a uma lesão escamosa intraepitelial de baixo grau relacionada ao HPV.

Um ponto muito importante:

NIC 1 não deve ser tratada como sinônimo de lesão pré-cancerígena.

Grande parte dessas alterações apresenta regressão espontânea e, na maioria das situações, a conduta é acompanhamento, e não tratamento imediato.

NIC 2 / HSIL

A NIC 2 faz parte das lesões escamosas intraepiteliais de alto grau.

O tratamento é indicado em muitas situações, mas existem cenários nos quais a conduta pode ser individualizada, especialmente em pacientes criteriosamente selecionadas e preocupadas com possíveis efeitos de procedimentos excisionais sobre futuras gestações.

Por isso, o resultado não deve ser interpretado isoladamente.

NIC 3 / HSIL

A NIC 3 também é uma lesão intraepitelial de alto grau e apresenta maior risco de progressão.

Fora da gestação, geralmente existe indicação de tratamento.

Adenocarcinoma in situ — AIS

O adenocarcinoma in situ é uma lesão glandular precursora que necessita investigação e tratamento específicos.

Quando confirmado, frequentemente é necessário um procedimento excisional para avaliação adequada da lesão e exclusão de doença invasora.

Câncer invasor

A biópsia também pode identificar carcinoma ou adenocarcinoma invasor, embora esse seja um resultado muito menos frequente entre as mulheres encaminhadas para investigação colposcópica.

Quando isso ocorre, são necessários avaliação complementar e tratamento especializado.

É importante lembrar: uma biópsia não é realizada porque o médico necessariamente acredita que a paciente tenha câncer. Na maioria das vezes, ela é realizada justamente para esclarecer qual é a natureza de uma alteração identificada durante a investigação.

Colposcopia com biópsia é a mesma coisa que conização por CAF?

Não.

A colposcopia com biópsia é principalmente um procedimento diagnóstico: pequenas amostras são retiradas para descobrir a natureza de uma alteração.

A conização por CAF é um procedimento excisional que remove uma porção maior da zona de transformação do colo uterino e pode ser utilizada no tratamento de determinadas lesões de alto grau, além de ter finalidade diagnóstica em situações específicas.

São, portanto, procedimentos diferentes e com indicações diferentes.

Se você recebeu indicação de conização, expliquei o procedimento separadamente nesta página: Conização por CAF: entenda o procedimento

Grávidas podem fazer colposcopia com biópsia?

Sim.

A colposcopia pode ser realizada durante a gestação quando existe indicação clínica.

A gravidez provoca modificações fisiológicas no colo uterino que podem tornar a interpretação do exame mais complexa. Por esse motivo, é particularmente importante que a avaliação seja realizada por profissional com experiência em colposcopia na gestação.

Quando existe uma área que realmente precisa ser esclarecida, a biópsia dirigida do colo do útero pode ser realizada durante a gravidez. A indicação deve ser criteriosa e individualizada.

É diferente da curetagem endocervical, que não deve ser realizada durante a gestação.

É importante ter um laudo de colposcopia com fotos?

O registro das imagens pode ser muito útil para documentar a localização e as características das alterações e permitir comparação com exames posteriores.

No meu consultório utilizo vídeo-colposcopia digital, com registro de imagens do exame.

Entretanto: a fotografia complementa a documentação, mas não substitui um laudo de colposcopia tecnicamente bem elaborado.

O laudo deve descrever adequadamente os principais achados do exame, incluindo a visualização da zona de transformação, as alterações encontradas, sua localização e a impressão colposcópica.

Para aprofundar esse assunto, veja também: Laudo com foto: vídeo-colposcopia — por que o registro das imagens é importante?

Quanto custa uma colposcopia com biópsia?

O valor pode variar entre diferentes serviços e também depende do que está incluído.

Ao comparar valores, é importante verificar se o preço corresponde somente à colposcopia, se inclui uma eventual biópsia, se o exame anatomopatológico é cobrado separadamente, se há registro de imagens e como serão entregues o laudo e as orientações relacionadas ao procedimento.

Expliquei esse assunto detalhadamente em: Quanto custa uma colposcopia com biópsia?

Com que frequência é necessário repetir a colposcopia com biópsia?

Não existe uma periodicidade única.

A necessidade de repetir a colposcopia depende do resultado do teste de HPV, da citologia, dos achados da colposcopia anterior, do resultado da biópsia, de tratamentos realizados e do histórico da paciente.

Da mesma forma, não existe indicação de repetir biópsias simplesmente porque determinado período de tempo passou.

O acompanhamento deve ser definido de acordo com o risco e os resultados anteriores.

O que acontece depois do resultado da biópsia?

A conduta deve ser definida integrando todas as informações disponíveis.

Isso significa analisar em conjunto o Papanicolau ou citologia, o teste de HPV quando realizado, os achados da colposcopia, o resultado histopatológico da biópsia, exames anteriores, tratamentos prévios e a história clínica da paciente.

Dependendo dessa avaliação, a orientação pode variar desde acompanhamento até tratamento de uma lesão de alto grau.

Por isso, receber isoladamente um resultado como “HPV positivo”, “NIC 1” ou “NIC 2” não é suficiente para definir adequadamente a conduta sem conhecer o restante da história.

Preciso ter pedido médico para agendar a colposcopia com a Dra. Flávia Menezes?

Sim.

Meu consultório é dedicado à realização de exames de colposcopia e, para agendar o exame comigo, é necessário ter um pedido ou encaminhamento médico.

Se durante a sua rotina ginecológica o seu médico assistente encontrou uma alteração no Papanicolau, no teste de HPV ou identificou outro motivo para investigar o colo do útero, você pode agendar sua colposcopia.

No dia do exame, traga o pedido médico e, sempre que possível, os exames atuais e anteriores relacionados à investigação do colo do útero.

Essas informações são importantes porque me permitem compreender o motivo do encaminhamento e correlacionar os achados da colposcopia com o histórico da paciente.

Durante o exame, avalio detalhadamente o colo do útero e explico os principais achados. Se houver indicação de biópsia, a coleta pode ser realizada de forma dirigida para posterior análise pelo laboratório de anatomia patológica.

Meu objetivo é realizar uma avaliação tecnicamente criteriosa, cuidadosa e acolhedora, para que você compreenda o que está sendo investigado e possa seguir os próximos passos com mais informação e segurança.


Dra. Flávia Menezes
Ginecologista e Colposcopista
CRM RJ: 52.62429-2 | RQE: 51496
Qualificação em Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia (ABPTGIC, 2009)

Mais de 30 anos de prática médica dedicada à saúde da mulher, formada pela UFRJ em 1996, e mais de 15 anos de consultório dedicado exclusivamente à colposcopia.

Consultório: Av. Rio Branco, 156 / Sala 2805 — Centro do Rio de Janeiro — ao lado do Metrô Carioca

WhatsApp para agendamentos: (21) 96778-8617

Fontes Consultadas (Bibliografia):

  1. MINISTÉRIO DA SAÚDE; INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (INCA). Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero: Parte I – Rastreamento organizado utilizando testes moleculares para detecção de DNA-HPV oncogênico. Brasília: Ministério da Saúde, 2025.
  2. PERKINS, R. B. et al. 2019 ASCCP Risk-Based Management Consensus Guidelines for Abnormal Cervical Cancer Screening Tests and Cancer Precursors. Journal of Lower Genital Tract Disease, v. 24, n. 2, p. 102–131, 2020. DOI: 10.1097/LGT.0000000000000525.
  3. PERKINS, R. B. et al. 2019 ASCCP Risk-Based Management Consensus Guidelines: Updates Through 2023. Journal of Lower Genital Tract Disease, v. 28, n. 1, p. 3–6, 2024. DOI: 10.1097/LGT.0000000000000788.
  4. WENTZENSEN, N. et al. ASCCP Colposcopy Standards: Risk-Based Colposcopy Practice. Journal of Lower Genital Tract Disease, v. 21, n. 4, 2017. DOI: 10.1097/LGT.0000000000000334.
  5. KHAN, M. J. et al. ASCCP Colposcopy Standards: Role of Colposcopy, Benefits, Potential Harms, and Terminology for Colposcopic Practice. Journal of Lower Genital Tract Disease, v. 21, n. 4, p. 223–229, 2017. DOI: 10.1097/LGT.0000000000000338.
  6. MASSAD, L. S. et al. Colposcopy Standards: Guidelines for Endocervical Curettage at Colposcopy. Journal of Lower Genital Tract Disease, v. 27, n. 1, p. 97–101, 2023. DOI: 10.1097/LGT.0000000000000710.
  7. AMERICAN SOCIETY FOR COLPOSCOPY AND CERVICAL PATHOLOGY (ASCCP). Tips for Best Practices on Management of Abnormal Cervical Cancer Screening Tests in Pregnancy. ASCCP Practice Pearls, 2024.
Dra. Flávia Menezes - CRM: 5262429-2 / RQE:51496

Dra. Flávia Menezes
CRM: 5262429-2 / RQE:51496

Médica Ginecologista e Colposcopista.

Especialista em Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia (PTGI).

Mais de 20.000 exames de colposcopia realizados.

Leia outros posts do blog

logo dra flavia maenezes

Sobre mim

Médica formada pela UFRJ com mais de 20 mil exames de colposcopia realizados. Formada em ginecologia e especialista em HPV.

Contato

WhatsApp: (21) 96778-8617
Endereço: Avenida Rio Branco, 156, sala 2805 - Centro - Rio de Janeiro/RJ
graduation-hat linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram